Sou um lúcido alucinado que não conformado com a falta de conhecimento do meu povo que vive idolatrando outros países, partiu pro ataque e criou linhas de pensamento que vem desde as obras de Eduardo Galeano, passando pelos sábios textos de Maria Cristina Trasibulo, Don Alfonso e Cesar Augustus quanto aos subterrâneos da guerra psicológica até chegar a ideia deste cidadão do mundo Noam Chomsky
quinta-feira, 21 de julho de 2011
MEMORANDO 68
Memorando do Conselho de Segurança Nacional de 1950
O CSN foi o responsável por mover o mundo para trás enquanto os Estados Unidos caminhava a passos largos para um futuro próspero. Esta atitude foi destruindo pouco a pouco União Soviética que pouco depois aceitou negociar um pacto só que aos moldes do interesse estado unidenses.
As políticas recomendadas pelo CSN 68 exigiriam o sacrifícios e muita disciplina dos Estados Unidos e essa determinação seria recompensada no futuro. De forma mais simples, esse sacrifício enorme contemplara o aumento de gastos militares e cortes nos serviços sociais.
O que poucos sabiam é que mesmo antes da CSN 68 essas políticas já estavam sendo implementadas. E o serviço de espionagem dos Estados Unidos já estava a tona, uma vez que já haviam se espalhado pela Europa Oriental e já estava em franco andamento ruma a América Latina.
Estratégia?
Sim... Os estado unidenses após a segunda guerra mundial tinham 50% da riqueza mundial como já disse anteriormente. E os estrategistas norte-americanos concordaram que o domínio dos Estados Unidos tinha de ser mantido. E a pergunta que suscitou naquele momento foi: Como fazer isso?
Surgiria então o memorando 68 do conselho de Segurança!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
10 estratégias de manipulação através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
O que o Tio Sam realmente quer
OS OBJETIVOS PRINCIPAIS DA POLÍTICA EXTERNA DOS ESTADOS UNIDOS
Pode-se dizer que a segunda gerra mundial foi o divisor de águas necessário para que os Estado unidenses começassem a desenvolver um plano de dominação mundial.
Basta ler o livro de Edwin Black IBM e o Holocausto e só por este exemplo se compreenderá bastante do que vamos contar neste apanhado. A IBM é o que é graças ao dinheiro do Nazismo, pois a IBM desenvolveu por milhares de dólares as tais placas perfuradas que auxiliaram os nazistas na contagem dos Judeus.
Ocorre que enquanto a guerra promovia o enfraquecimento ou até mesmo a destruição de países rivais, os Estados Unidos nunca tivera tido nenhum tipo de ataque e neste momento a produção dos Estado Unidenses mais que triplicou.
Antes da guerra os Estados Unidos já era o principal país industrial do mundo. Após a segunda guerra, passou a ter 50% de toda a riqueza mundial.
Pode-se dizer que a segunda gerra mundial foi o divisor de águas necessário para que os Estado unidenses começassem a desenvolver um plano de dominação mundial.
Basta ler o livro de Edwin Black IBM e o Holocausto e só por este exemplo se compreenderá bastante do que vamos contar neste apanhado. A IBM é o que é graças ao dinheiro do Nazismo, pois a IBM desenvolveu por milhares de dólares as tais placas perfuradas que auxiliaram os nazistas na contagem dos Judeus.
Ocorre que enquanto a guerra promovia o enfraquecimento ou até mesmo a destruição de países rivais, os Estados Unidos nunca tivera tido nenhum tipo de ataque e neste momento a produção dos Estado Unidenses mais que triplicou.
Antes da guerra os Estados Unidos já era o principal país industrial do mundo. Após a segunda guerra, passou a ter 50% de toda a riqueza mundial.
domingo, 10 de julho de 2011
Frases
Nos EUA, um em cada seis dólares é gasto em marketing. (...)As pessoas são bombardeadas com propaganda e publicidade todos os dias na televisão, desde a infância. O ideal da vida social é você e seu aparelho de TV
Noam Chomsky
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